A Loja Maçônica Calixto Nóbrega nº 15 (por ter sido a décima quinta loja maçônica filiada a Sereníssima Grande Loja Maçônica da Paraíba), foi fundada em Sousa, em noite chuvosa do dia 19 de dezembro de 1952, segundo o Ir.: Lauro Mariz (data em que recebeu a sua Carta Constitutiva), tendo completado 58 anos de existência em dezembro próximo passado.
Por que o nome Calixto Nóbrega?
O Ir.: José Calixto da Nóbrega junto com o Ir.: Augusto Simões foram os principais articuladores no estado, da criação da Grande Loja da Paraíba quando ocorreu o rompimento definitivo com o Grande Oriente do Brasil em nível nacional no dia 17 de junho de 1927.
Na época, o Ir.: José Calixto da Nóbrega, era Venerável Mestre da Loja Maçônica “Regeneração do Norte” em João Pessoa, por sinal, única Loja a trabalhar no Rito Escocês Antigo e Aceito. Calixto da Nóbrega aceitou em participar da fundação da Grande Loja da Paraíba, por movimento nacional liderado pelo Ir.: Mário Behring, ex-Grão Mestre do Grande Oriente do Brasil.
Então a denominação da Loja Maçônica Calixto Nóbrega poderia ser Calixto da Nóbrega, com “da” porque sem nenhuma dúvida, o nome da oficina sousense foi em homenagem ao Ir.: José Calixto da Nóbrega, o principal instituidor da Grande Loja da Paraíba.
A história da Loja Maçônica Calixto Nóbrega foi construída pela sociedade sousense, por todos os seus obreiros e pelos seguintes Ir.: Veneráveis Mestres, com as respectivas profissões e períodos de veneralato:
Ir.∙. Aurealino Braz - contador - 53/54
Ir.∙. Antonio de Almeida – gerente da Sanbra – 54/55
Ir.∙. Francisco da Chagas de Morais – Chico Morais – Agente Fiscal – 56/59
Ir.∙. José Barbosa de Albuquerque – agente Fiscal – 59/61
Ir.∙. Francisco Gonçalves da Silva – agente fiscal e ex-prefeito de Sousa – 61/62
Ir.∙. Antonio Marinho Correia – Dr. Marinho – odontólogo – 62/63
Ir.∙. José Maria da Silveira – agropecuarista – 63/64
Ir.∙. Severino de Sales Alves – gerente da Sanbra - 64/65
Ir.∙. Lauro Nobre Mariz – comerciante – 65/66
Ir.∙. José Gadelha Camarão – farmacêutico - 66/69
Ir.∙. Francisco Alves de Sousa – comerciante/ourives -69/70
Ir.∙. Antonio Hermes Gomes Pereira – militar – 70/71
Ir.∙. Jaime Meira Fontes – comerciante – 71/72
Ir.∙. Constantino Almeida de Alencar - bancário – 72/73
Ir.∙. José Estrela de Abrantes – bancário/BNB - 73/74
Ir.∙. Francisco Pereira Gadelha – tabelião – 75/76
Ir.∙. Eliezer Cavalcante – comerciante - 76/79
Ir.∙. Raimundo Pereira de Oliveira – advogado e professor universitário - 79/81
Ir.∙. Francisco Ferreira Sobrinho – odontólogo – 81/85 e 86/88
Ir.∙. Petronilo Pereira Filho – bancário do BNB – 85/86
Ir.∙. Misael Fernandes Neto – médico - 88/89
Ir.∙. José Soares Coelho - servidor público federal – 90/91
Ir.∙. Manuel Marcelli Sena – médico – 93/94
Ir.∙. Maurício Abrantes Soares – tabelião – 95
Ir.∙. Walmir Sabino de Matos – comerciante - 96
Ir.∙. Manoel Pereira de Alencar – promotor de justiça e professor universitário – 97/98
Ir.∙. Olegário Francisco Pereira – servidor público estadual – 98/2001
Ir.∙. Eduardo Jorge Pereira de Oliveira – advogado e professor universitário – 2001/2003
Ir.∙. Virgílio Pinto de Aragão Neto – bacharel em direito e comerciante – 2003/2004
Ir.∙. Pedro Roberto Casimiro de Lima – empresário comercial – 2005/2007
Ir.∙. Francisco Moreira Sobrinho – Chico Moreira – agropecuarista e empresário comercial – 2007/2009
Ir.∙. Emannuel Abrantes Sarmento – servidor público estadual - 2009/2011
Em relação aos períodos de veneralato estão corretos os tempos de exercício. A questão é interna.
João Marcelino Mariz
advogado



